terça-feira, 30 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Teu carinho ameniza a minha dor
as palavras que soltas são notas musicais,
que vão tocando suavemente em meu coraçao,
Tua presença é a luz do sol aquecendo a minha alma
Tua amizade é um presente valioso
uma planta rara que cultivo com muito carinho
És uma fonte de energia
que me fazes caminhar
neste mundo de sonhos
nesta imensidão de amar...
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sábado, 13 de dezembro de 2008

A vida foge-me à minha frente,
mas me sinto parado no tempo.
Parece que nem um minuto se passou,
fiquei preso naquele momento
Lágrimas ainda escorrem-me pela face,
não sei se por mágoa ou por saudade.
Sinto um vazio imenso,
que não melhora com a amizade.
Os dias passam e eu sinto que há quem cuide de mim,
mas isso não basta.
Preciso curar o meu coração,
preciso de esquecer,
preciso parar de amar.
(SLeal)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.
(Oswaldo Montenegro)
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.
(Oswaldo Montenegro)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Hoje escrevo para soltar as amarras...
Me sinto que nem um barco de papel que anda a deriva
e se por momentos encontrei paz nas tuas palavras.
Agora....
ja nao tenho essa paz onde eu
nesse porto seguro ancorei a minha alma.
Entao,me deixo arrastar pela maré
e vou navegando sosinho e perdido...
Neste mar que me vai acolhen-do em suas ondas
onde busco em suas aguas a ausencia dos sentidos
e o vazio das emoçoes...
E é nesse caminho que espero encontrar a paz de uma saudade...
Entao,abro a minha alma e olho no céu escuro onde
sinto o vento frio beijar meu rosto,
que sopra as lembranças e enche os meus pensamentos
de palavras lindas escutadas.
Mas hoje...
Lembrei das palavras lindas que escutei
e que deixaram em mim momentos de felicidade.
Sei que nao é fácil remar contra a maré,
nem contra aquilo que o coraçao sente.
Fostes és e serás para mim!
Como as ondas que rebentam aos meus pés
e em cada uma delas vem um pouco de ti
e aumentando as saudades que deixas...
mas sei também que um dia...
irás lembrar de um pequeno barco de papel
que se rendeu as tuas palavras
e fez de tua alma o seu porto de abrigo.
Um dia num olhar perdido no horizonte
de um mar qualquer ,irás sentir a saudade de um sorriso.
E sei...
Que por um instante que seja,irás sentir a minha falta,
e quando sentires que se perdeu algo no tempo
vais perceber que soltei as amarras que me prendiam a ti
e que o mar nao é mais que um guardião
das saudades...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
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